domingo, 23 de outubro de 2011

Sleeping Beauty. É bom?


Sabe quando você assiste algo e não tem certeza se você gostou? É nesse estado de confusão que me encontro ao acabar de assistir Sleeping Beauty.



Ao que parece todas as escolhas da diretora Julia Leigh foram feitas para causar ansiedade e desconforto. A oposição entre a crueza da situação e beleza ingênua da personagem Lucy é de chocar. Emily Browning, sim a garota do Sucker Bunch, é Lucy, uma jovem estudante que trabalha de todas as maneiras possíveis para se sustentar, garçonete, cobaia de laboratório, e eventualmente garota de programa. Em uma dessas incursões no mundo da prostituição ela se depara com um universo erótico diferente, um local onde os homens pagam para ver as mulheres dormirem sob efeito de drogas.

Em uma hora e quarenta de filme, onde o universo erótico é o foco e o nu não é um tabu, não tem nenhuma cena de sexo, apenas sugestões. E ainda assim você sente o peso que Julia Leigh quis dar à sua versão de A Bela Adormecida.


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